Entre sorrisos e lágrimas, estou apreendendo a seguir em frente...
'Escrever – e você sabe disso – pode eliminar essa sensação de gratuidade no existir, de coisas o tempo todo fugindo e se transformando em passado. Eu acho então que se escrever te dá um sentido para estar viva (ou a ilusão de um sentido, que importa?), então vai e escreve e diz tudo e rasga o coração, as vísceras, expõe tudo, grita, esperneia – no papel.'
(Caio Fernando Abreu)
(Caio Fernando Abreu)
sexta-feira, 3 de junho de 2011
"Não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinha, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, saber que já não sou a mesma de ontem me faz perceber que valeu a pena."
(Marcia Duarte)
==> 'Eu devo ter dito: ‘estou bem, obrigada’ pelo menos 37 vezes. E não foi verdade em nenhuma delas. Mas ninguém percebeu.'
(Marcia Duarte)
==> 'Eu devo ter dito: ‘estou bem, obrigada’ pelo menos 37 vezes. E não foi verdade em nenhuma delas. Mas ninguém percebeu.'
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Duvidas, indecisões e afins...
É... ainda não é... ainda não foi...
Acho que só o tempo mesmo pode nos fazer esquecer, desistir, desamar, reamar...
Sem ele (o tempo) tudo fica meio solto, meio vazio, meio cheio...Meio oco... Meio termo...
E não sou mulher de meios termos...
Tenho sentido muita dificuldade em aceitar... Aceitar tudo... o ser e o não ser... o estar e o não estar...
Acho que não quero casar... Isso tem me deixado num mau humor da porra...
Foi lindo, foi necessário, foi preciso, foi intenso, foi quase...
Mas não foi... Não tá sendo... Não tá convencendo... Não tá me convencendo...
Será que eu tô convencendo alguém???
Alguém realmente acha que, de repente, estou amando loucamente, pra casar???
Não, acho que não... O pior é que não estou conseguindo convencer nem a mim...
Aff!!! Como eu digo...
Deixa pra lá!!!!!!!!!!!!!!!
Acho que só o tempo mesmo pode nos fazer esquecer, desistir, desamar, reamar...
Sem ele (o tempo) tudo fica meio solto, meio vazio, meio cheio...Meio oco... Meio termo...
E não sou mulher de meios termos...
Tenho sentido muita dificuldade em aceitar... Aceitar tudo... o ser e o não ser... o estar e o não estar...
Acho que não quero casar... Isso tem me deixado num mau humor da porra...
Foi lindo, foi necessário, foi preciso, foi intenso, foi quase...
Mas não foi... Não tá sendo... Não tá convencendo... Não tá me convencendo...
Será que eu tô convencendo alguém???
Alguém realmente acha que, de repente, estou amando loucamente, pra casar???
Não, acho que não... O pior é que não estou conseguindo convencer nem a mim...
Aff!!! Como eu digo...
Deixa pra lá!!!!!!!!!!!!!!!
“A escolha pela distância”
A princípio me parece insensato. Onde o outro não está, não se ama. A saudade pode doer, a palavra pode faltar. É esconder-se atrás da rotina, é não lutar. É deixar sempre para depois o sentir. É proteger o outro protegendo a si, sem ter nenhum dos dois. É fuga, um esquivo, um subterfúgio. A distância não existe é uma coisa que se impõe. O humano sempre é capaz de se fazer inalcançável sem perceber que não viver dói ainda mais. Pra que olhar para o lado? Fingir, disfarçar. Só para manter o sorriso como se fosse isenta de culpa? Escolher a distância me parece simplesmente mesquinho.
Por outro lado a distância é onde o outro não está, onde a palavra se cala, onde pode se esconder, onde se desiste. É evitar o sentir, é proteger-se, é fugir, é impor limites, é não ser afetado, é tentar esquecer. A escolha pela distância pode ser a última alternativa, de quem ainda sente, para deixar de sofrer.
Ass: Danilo Mendonça Martinho
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