Eu sei amar.
Mas não sei fugir.
Por isso, não tente me parar.
Não me peça para não ir.
Não me diga para tomar cuidado, eu não sei amar mais ou menos.
Quando eu decido, eu vou.
Me entrego, me arrisco, me corto, me estrepo, azar meu, sorte minha que nasci assim: vim ao mundo para sentir.
Meu coração se esgarça, a vida se desfaz, me embolo em mim mesma, dou nó.
E daí ? A vi...da é minha. O amor é meu....
Me dou de bandeja pra quem eu quiser.
Você aí quer? Quer mesmo? Então leva. Mas leva tudo. Leva e não devolve. Só devolve se eu pedir.
Amor não tem garantia, mas tem devolução.
Pode começar do nada, pode acabar de repente, pode não ter fim.
Mas tem sempre o meio.
Amor tem gosto de pele, língua e segredo.
Amor tem gosto de cobertas, descobertas e travesseiro.
Você imagina quantas meninas existem em mim?
Toda mulher é uma surpresa, uma torta mil-folhas, um bombom diferente em um lindo papel celofane.
Quer provar?
Eu posso acordar doce, ficar amarga e até dormir ácida sem você perceber.
Mas eu quero que você perceba.
Eu quero que você se alimente do que há de melhor e pior em mim.
Eu quero te mostrar cada gosto, te misturar, te revirar o estômago, te virar do avesso, jogar a receita fora.
(Nada de banho-maria!).
O amor não tem regras, o desejo não tem limites.
(E minha boca é do tamanho do meu coração.)
Entre sorrisos e lágrimas, estou apreendendo a seguir em frente...
'Escrever – e você sabe disso – pode eliminar essa sensação de gratuidade no existir, de coisas o tempo todo fugindo e se transformando em passado. Eu acho então que se escrever te dá um sentido para estar viva (ou a ilusão de um sentido, que importa?), então vai e escreve e diz tudo e rasga o coração, as vísceras, expõe tudo, grita, esperneia – no papel.'
(Caio Fernando Abreu)
(Caio Fernando Abreu)
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Silêncio...
Às vezes me pergunto se o silêncio não seria uma espécie de luto pelos encantos que se quebraram. Pelos sorrisos que, de repente, pararam.
Tem coisa mais "Claudia" do que ser "Clarice"???
"Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Eu sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, e falta de ar..."
(Clarice Lispector)
(Clarice Lispector)
Engraçado como tenho percebido todos, não é exagero... todos mesmo... que conheço me identificando com uma palavrinha simples porém que diz muito: INTENSA...
Amigos antigos me dizem que eu sempre fui INTENSA, desde menina... desde criança...
Amigos novos, que acabaram de me conhecer, conseguem reconhecer este traço da minha personalidade assim, de cara...
Amigos virtuais que fiz e amo, também me retratam assim...
Amigos com quem tenho pouco contato, se tivesse que escolher uma única palavra para me descrever, diriam-me INTENSA...
Porque será que sou assim??? Desde quando sou assim? Será que já nasci assim??? É bom ou ruim ser assim???
tenho parado para pensar sobre isso...
Ser intensa já me foi útil, pois vivi bastante em poucos anos...
Mas também já me trouxe grandes problemas, pois ninguém vive intensamente impunemente... Tem sempre aqueles que não têm coragem para tal e te criticam, te julgam, te rotulam...
O que faz de mim uma pessoa intensa?
Amar sem medo do ridículo? Amar sem medo de não ser correspondida? Amar a tudo e a todos com uma força que beira ao exagero? Fazer, pensar, falar sem medir consequências... apenas pelo prazer de estar fazendo, pensando, falando... sendo eu???
A intensidade vem em mim naturalmente, não faço força pra isso...
Mesmo cansada sou intensa...
Mesmo mal humorada sou intensa...
Mesmo deprimida sou intensa...
Mesmo alegre pra cacete sou intensa...
Sou intensa na vida, na morte, na amizade, na inimizade, no amor, na paixão...
Sou intensa nas brigas, nas palavras, no agir, no não agir...
Até quando eu não faço algo é com uma intensidade que dá pra sentirem que não estou fazendo algo intensamente...
Traço característico, traço peculiar... Quanto mais leio Clarice, mas me vejo como ela... Intensa... Com pressa... Com medo...
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Insônia
Se eu ler mais uma página do livro o sono virá. Tenho absoluta certeza disso.
Nada feito. Talvez eu precise ler mais uma apenas. Ou esse capítulo inteiro.
Não que esteja fácil concentrar, porque nada está exatamente fácil hoje. Não consigo concentrar nem na missão de não concentrar em nada.
Vamos lá, mais uma página e o sono virá.
O livro está chato e pesado.
Chato porque estou cansada demais para fazer qualquer coisa que não seja dormir. Pesado porque meu braço quer dormir e não segurar um livro de 378 páginas.
Tudo em mim quer dormir. Ahhhh que sono. Bocejo. Agora vai. Vem soninho, vem. Uma ovelhinha, duas, opa, que aconteceu que as ovelhinhas começaram, de repente, a dançar numa rave? Nada feito. Vou ter de apelar pra um daquelas chás que misturam todas as plantas soníferas e ansiolíticas do mundo. Se eu colocar três saquinhos tenho certeza que vou dormir gostosinho. Aquele sono que você acorda no dia seguinte do jeitinho que deitou.
Nossa, como eu precisava agora dormir bem. Estou mais cansada do que nunca. Mais inchada do que nunca. Mais carente do que nunca. Mais irritada do que nunca. E, infelizmente, mais acordada do que nunca. Nada feito, o chá só tá me deixando com vontade de fazer xixi a cada cinco minutos. O que complica o sono mais ainda. Como é que estar no fundo do poço, na lama, na escuridão... pode chamar estar “em claro”? Como é que se dorme mesmo? Que inveja das pessoas que dormem. Como é dormir? Ah, dormir. Como é bom dormir. Ahhhhh que sono. Bocejo. Agora vai. Ah não! Vai me baixar a senhorita listas! Repasso tudo o que preciso fazer amanhã. De manhã tem isso e aquilo e aquilo outro e a tarde mais aquilo outro e isso e aquilo e…deixa pra amanhã! Não, amanhã vou estar super cansada porque não consegui dormir. Melhor repassar agora. Mas de que adianta repassar o que vou fazer amanhã se, de qualquer maneira, amanhã vai chegar e eu já vou fazer mesmo tudo o que estou repassando que vou fazer amanhã? Pra que fazer mentalmente o que já vou fazer amanhã fisicamente? Pra quê? Ai que sono. Ahhhhhhhh. Bocejo. Uma ovelhinha. Duas. Ta, já sei. A droga da ovelhinha vai começar a pular o bate estaca daqui a pouco.
O quê? Já são três da manhã? Calma. Ainda faltam três horas pra amanhã começar. Três horas não são oito horas. Mas eu bem que dormia menos de quatro quanto tinha vinte anos e vivia em festas e coisas do gênero. Mas eu não tenho mais vinte anos. E se eu não dormir agora, amanhã estarei com olheiras e rugas. Isso sem contar que estarei também com cólica, afinal, insônia é sinal de que a menstruação está muito próxima.
Como é que faz pra contratar aquele cara do Fantástico que hipnotiza as pessoas e elas dormem? Ele diria “dorme” com aquele sotaque de enrolador espanhol. Dorme!
O quê? Já são cinco da manhã?
Lá vem a senhorita listas. E ela vem com roupa de rave. Acompanhada de várias ovelhas com óculos coloridos e roupas que brilham no escuro. Ai que sono. Ahhhhhhhh. Bocejo. E nada!
Sem mais por enquanto...
"Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus, e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
Eu vou lembrar você
É mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar"
Sem mais por enquanto...
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Falta...
E quando sentimos falta do que não volta mais??
E quando jogamos fora o tico de chance que haveria se ainda houvesse???
E quando, por birra, pirraça, necessidade de mostrar que se é foda, jogamos fora quem nos era importante de verdade, para ter comprovadamente, a certeza de que ninguém seria melhor???
E quando temos até vontade de ligar, saber como anda, o que tem feito... Mas não se tem coragem... não mais...
E quando temos certeza de que não haverá ninguém mais que complete, que entenda, que brigue, que ria... com aquela pessoa???
E, quando se constata, que na verdade, vc sente falta???
O que fazer???
Eu pensei
Que pudesse esquecer
Certos velhos costumes
Eu pensei
Que já nem me lembrasse
De coisas passadas
Que pudesse esquecer
Certos velhos costumes
Eu pensei
Que já nem me lembrasse
De coisas passadas
Eu pensei
Que pudesse enganar
A mim mesmo dizendo
Que essas coisas da vida em comum
Não ficavam marcadas
Que pudesse enganar
A mim mesmo dizendo
Que essas coisas da vida em comum
Não ficavam marcadas
Não pensei
Que me fizessem falta
Umas poucas palavras
Dessas coisas simples
Que dizemos antes de dormir
Que me fizessem falta
Umas poucas palavras
Dessas coisas simples
Que dizemos antes de dormir
De manhã
O bom dia na cama
A conversa informal
O beijo depois o café
O cigarro e o jornal
O bom dia na cama
A conversa informal
O beijo depois o café
O cigarro e o jornal
Os costumes me falam de coisas
De fatos antigos
Não me esqueço das tardes alegres
Com nossos amigos
De fatos antigos
Não me esqueço das tardes alegres
Com nossos amigos
Um final de programa
Fim de madrugada
O aconchego na cama
A luz apagada
Essas coisas
Só mesmo com o tempo
Se pode esquecer
Fim de madrugada
O aconchego na cama
A luz apagada
Essas coisas
Só mesmo com o tempo
Se pode esquecer
E então eu me vejo sozinha como estou agora
E respiro toda a liberdade
Que alguém pode ter
E respiro toda a liberdade
Que alguém pode ter
De repente ser livre
Até me assusta
Me aceitar sem você
Certas vezes me custa
Até me assusta
Me aceitar sem você
Certas vezes me custa
Como posso esquecer dos costumes
Se nem mesmo esqueci de você
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
"Tá tudo novo de novo..."
É... pelo que andei relendo aqui no Blog, os meses de fevereiro / março foram o pico alto das minhas escritas...
Como tudo o que faço, (saco)... Começo empolgadona... Daqui a pouco já cansei e quero outro brinquedo...
Faço isso com meu blog, com meus estudos, com meus homens...
Porra, quando será que eu vou amadurecer??? Como posso reclamar que meu filho quer um jogo de videogame novo por mês? Que ele enjoa logo das coisas?
Até da minha casa, que eu preparei com tanto carinho, eu já cansei...
Ahhh. Esta alma cigana... Que não quer criar raízes... Que prefere não deixar rastros...
Resumo do resumo:
1) Voltei a trabalhar. Depois de quase 10 anos tentando ou um emprego ou um concurso público, ou ganhar na loteria, consegui um emprego maneiro, com grandes chances de crescimento.
Até ai, lindo, né?
Mas adivinha???
Essa vida de executiva não sou eu... Salto alto, bunda empinada, reuniões e reuniões...
Mas o ambiente é legal, e quero uns aumentozinhos ainda até o final do ano... Vou ficando...
2) Papai foi para uma clinica excelente... A Clinica onde a Vera Fisher está internada se tratando de depressão e onde todos os globais se internam por conta de drogas e outros problemas...
É maravilhoso o lugar. As instalações, os serviços, as pessoas... a humanidade...
Claro que morro de saudades de ter o papai aqui no quarto ao lado do meu, de saber cada febre, cada diarréia... Mas sei que lá ele está bem cuidado... Conseguiu desmamar do oxigênio completamente... Deu uma engordada... Sorri quando eu chego... Chora quando eu canto...
Enfim... é uma coisa que eu terei que aprender a conviver, até porque minha mãe já dá sinais de que precisará muito de mim em breve (já está precisando, mas não admite)... E lá vou eu, tudo de novo...
3) Neste tempo "sumida", casei... É... isso mesmo. Não se assuste: casei. C.A.S.E.I.
Mas, adivinha?
Logo na primeira semana, mandei o sujeito embora.
Ele arrumou as malas, mas não foi.
No final da segunda semana, mandei ele embora de novo.
Não foi.
No final da terceira, sai de casa e disse a ele que se ele não saísse por bem, eu iria mandar uma viatura da policia tirá-lo de lá... Eram 8 da manhã. Dei um prazo até as 10 para ele sair...
Ele saiu... Graças a Deusa...
Ficou meio puto e não fala mais comigo... Mas vou fazer o que?
Não nasci para casar...
Meu nome não é Amélia...
Odeio que me mandem...
Não suporto gente folgada e preguiçosa...
Odeio bagunça na minha cozinha...
E, pior e mais importante, odeio o ser humano, mas já que estou aqui, quero um que respire, e não que faça fotossíntese...
Na verdade acho que só casei por pirraça... Cara, nem vou chamar isso de casamento, pois que durou apenas 3 semanas... E o que foi então meu último relacionamento de 4 anos??? O tal pelo qual eu perdi as estribeiras e só para provar que eu podia sim ser amada, casei com o primeiro maluco disposto a viver comigo?
E como eu podia dormir com um pensando em outro? comparando com o outro? Comparei tudo, desde o primeiro momento... E confesso que não havia comparações... Meu menino era bem melhor em absolutamente tudo... Mas ele não me queria mais... E tinha mandando eu ser feliz...
Eu bem que tentei... Mas não deu... Sinceramente não deu.,..
Bom, acho que essas eram as novidades que eu tinha para contar assim, bem resumido...
Vou tentar voltar a escrever, até porque isso me faz bem... É praticamente uma psicografia, já que eu nem penso. saio digitando a uma velocidade absurda pois meus pensamentos são bem mais rápidos que minhas mãos no teclado...
E não reviso. Não reviso nada... Então, se tiver algum palavrão ai em cima, daqueles que gosto de mandar de vez em sempre, me perdoe... Sou assim e... a esta altura do campeonato, acho muito pouco provável que eu consiga (queira) mudar...
Um beijo e volto logo, prometo...
Como tudo o que faço, (saco)... Começo empolgadona... Daqui a pouco já cansei e quero outro brinquedo...
Faço isso com meu blog, com meus estudos, com meus homens...
Porra, quando será que eu vou amadurecer??? Como posso reclamar que meu filho quer um jogo de videogame novo por mês? Que ele enjoa logo das coisas?
Até da minha casa, que eu preparei com tanto carinho, eu já cansei...
Ahhh. Esta alma cigana... Que não quer criar raízes... Que prefere não deixar rastros...
Resumo do resumo:
1) Voltei a trabalhar. Depois de quase 10 anos tentando ou um emprego ou um concurso público, ou ganhar na loteria, consegui um emprego maneiro, com grandes chances de crescimento.
Até ai, lindo, né?
Mas adivinha???
Essa vida de executiva não sou eu... Salto alto, bunda empinada, reuniões e reuniões...
Mas o ambiente é legal, e quero uns aumentozinhos ainda até o final do ano... Vou ficando...
2) Papai foi para uma clinica excelente... A Clinica onde a Vera Fisher está internada se tratando de depressão e onde todos os globais se internam por conta de drogas e outros problemas...
É maravilhoso o lugar. As instalações, os serviços, as pessoas... a humanidade...
Claro que morro de saudades de ter o papai aqui no quarto ao lado do meu, de saber cada febre, cada diarréia... Mas sei que lá ele está bem cuidado... Conseguiu desmamar do oxigênio completamente... Deu uma engordada... Sorri quando eu chego... Chora quando eu canto...
Enfim... é uma coisa que eu terei que aprender a conviver, até porque minha mãe já dá sinais de que precisará muito de mim em breve (já está precisando, mas não admite)... E lá vou eu, tudo de novo...
3) Neste tempo "sumida", casei... É... isso mesmo. Não se assuste: casei. C.A.S.E.I.
Mas, adivinha?
Logo na primeira semana, mandei o sujeito embora.
Ele arrumou as malas, mas não foi.
No final da segunda semana, mandei ele embora de novo.
Não foi.
No final da terceira, sai de casa e disse a ele que se ele não saísse por bem, eu iria mandar uma viatura da policia tirá-lo de lá... Eram 8 da manhã. Dei um prazo até as 10 para ele sair...
Ele saiu... Graças a Deusa...
Ficou meio puto e não fala mais comigo... Mas vou fazer o que?
Não nasci para casar...
Meu nome não é Amélia...
Odeio que me mandem...
Não suporto gente folgada e preguiçosa...
Odeio bagunça na minha cozinha...
E, pior e mais importante, odeio o ser humano, mas já que estou aqui, quero um que respire, e não que faça fotossíntese...
Na verdade acho que só casei por pirraça... Cara, nem vou chamar isso de casamento, pois que durou apenas 3 semanas... E o que foi então meu último relacionamento de 4 anos??? O tal pelo qual eu perdi as estribeiras e só para provar que eu podia sim ser amada, casei com o primeiro maluco disposto a viver comigo?
E como eu podia dormir com um pensando em outro? comparando com o outro? Comparei tudo, desde o primeiro momento... E confesso que não havia comparações... Meu menino era bem melhor em absolutamente tudo... Mas ele não me queria mais... E tinha mandando eu ser feliz...
Eu bem que tentei... Mas não deu... Sinceramente não deu.,..
Bom, acho que essas eram as novidades que eu tinha para contar assim, bem resumido...
Vou tentar voltar a escrever, até porque isso me faz bem... É praticamente uma psicografia, já que eu nem penso. saio digitando a uma velocidade absurda pois meus pensamentos são bem mais rápidos que minhas mãos no teclado...
E não reviso. Não reviso nada... Então, se tiver algum palavrão ai em cima, daqueles que gosto de mandar de vez em sempre, me perdoe... Sou assim e... a esta altura do campeonato, acho muito pouco provável que eu consiga (queira) mudar...
Um beijo e volto logo, prometo...
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Roubadas (Mal casei me separei)
Eu avisei que não queria casar... Eu sabia que não o amava... Não é o mesmo gosto, a mesma pele, o mesmo cheiro... Não era ele...
"Continuo entrando em roubadas.
Trocando o mocinho pelo bandido.
Fazendo grandes investimentos em pequenas pessoas.
Mas agora acho que já deu né...
Sou pouco tolerante.
"Continuo entrando em roubadas.
Trocando o mocinho pelo bandido.
Fazendo grandes investimentos em pequenas pessoas.
Mas agora acho que já deu né...
Sou pouco tolerante.
Acredito mesmo que a gente só aprende - ou não - dando cabeçadas na vida.
Que a gente só aprende com as próprias experiências.
Acredito também que quanto mais a gente vive, mais tolerante se torna.
Que a gente só aprende com as próprias experiências.
Acredito também que quanto mais a gente vive, mais tolerante se torna.
Acredito que as atitudes contam muito mais do que as próprias palavras.
Acredito que cidadãos que bancam os bons moços têm muito mais chance de te decepcionar.
Acredito que a gente deve conhecer uma pessoa antes de se apaixonar (e não o contrário).
Acredito que tudo que vem rápido demais vai embora com a mesma velocidade.
Acredito que perder a confiança é como quebrar um vaso: vc pode até conseguir colar, mas vai ser sempre um vaso colado.
Acredito em duendes e em papai-noel.
Mas não acredito nos homens. Não mais.
Duvido até de mim mesma agora."
Assinar:
Postagens (Atom)









