E ninguém acreditava na gente: nenhuma cartomante, nenhum pai-de-santo, nenhuma terapeuta, nenhum parente, nenhum amigo, nenhum e-mail, nenhuma mensagem de texto, nenhum rastro, nenhuma reza, nenhuma fofoca e, principalmente (ou infelizmente): nem você.
Mas eu te amava também do jeito mais óbvio de todos: eu te amava burra. Estúpida. Cega.
E eu acreditava na gente.

Nenhum comentário:
Postar um comentário