(...) Toda a minha vontade e disciplina consideráveis estão concentradas em deixá-lo ir, em não demonstrar a minha dor
(embora como ele pudesse deixar de enxergá-la, conhecendo-me como me conhece, é um mistério para mim).
(...) Concentro-me na minha própria coragem em não prendê-lo.
Às vezes a coisa mais difícil do mundo é soltar alguém".
Erica Jong
