Lamentar não fará com que eu continue a viver, e o que importa é que hoje as rédeas estão sobre o controle de um “eu” consciente de “mim”...
Deus sabe que não sou perfeita. Culpar é apenas tolo anestésico. Perdoar a mim e ao outro é o que faço quando rezo e então posso dizer adeus...
Entre sorrisos e lágrimas, estou apreendendo a seguir em frente...
'Escrever – e você sabe disso – pode eliminar essa sensação de gratuidade no existir, de coisas o tempo todo fugindo e se transformando em passado. Eu acho então que se escrever te dá um sentido para estar viva (ou a ilusão de um sentido, que importa?), então vai e escreve e diz tudo e rasga o coração, as vísceras, expõe tudo, grita, esperneia – no papel.'
(Caio Fernando Abreu)
(Caio Fernando Abreu)
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
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