Entre sorrisos e lágrimas, estou apreendendo a seguir em frente...


'Escrever – e você sabe disso – pode eliminar essa sensação de gratuidade no existir, de coisas o tempo todo fugindo e se transformando em passado. Eu acho então que se escrever te dá um sentido para estar viva (ou a ilusão de um sentido, que importa?), então vai e escreve e diz tudo e rasga o coração, as vísceras, expõe tudo, grita, esperneia – no papel.'

(Caio Fernando Abreu)

sábado, 10 de setembro de 2011

Muro...

A vida é como um muro: ou você é forte, ou você desaba.


E acho até que estou indo bem, sabia? Zero de lágrimas... Quase nenhuma emoção... Acho que esta gestação está sendo tranquila...
Vez em quando um enjôo aqui... Um desejo descabido ali...
Mas acho que tô segurando a onda legal...
A quantidade de telefonemas reduziram bastante...
Tenho zilhões de outras coisas para fazer...
Voltei a estudar inglês, além de dar aulas...
O trabalho tem me consumido com novos projetos e perspectivas de melhora...
Consegui limpar a casa (tá, só falta a sala...)
Consegui terminar de ler um livro que comprei estes dias...
Não tenho ouvido Paula Fernandes...
E tenho agido normalmente, com a maturidade que esperam de mim...
É... acho que já tô grandinha...
Diminui até a quantidade de palavrões, alguém já percebeu???
Enfim...
Tô começando a pensar em sair do muro... Para o lado da felicidade...
Já tô com o pezinho lá... Vamos ver se me caibo inteira...

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